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A história
é comum em muitas
áreas do saber.
Por usar a fotografia
como instrumento de
trabalho, o profissional
acaba se envolvendo
com ela, abandona a
profissão de
origem e torna-se fotógrafo.
A arquitetura, por exemplo,
coleciona muitos nomes
de ex-brilhantes arquitetos
(Cristiano Mascaro,
Fabio Laub, Leonardo
Crescenti, e por aí
vai a lista). Na geologia,
a referência é
Adriano
Gambarini.
Formado pela Universidade
de São Paulo,
Gambarini
aprendeu fotografia
embaixo da terra, quando
realizava seus estudos
em espeleologia (estudo
e exploração
das cavidades naturais
do solo: grutas, cavernas,
fontes, etc.). Tomou
gosto e a partir daí
construiu uma carreira
sólida.
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Entre
cavernas e arquivos
que abrigam mais
de 40 mil imagens
do Brasil e de
15 países
já se passaram
14 anos, com fatos
marcantes como
reportagens para
a National Geographic
americana e também
para suas versões
em dez países.
Hoje concentra
sua produção
em fotos de natureza
selvagem. Já
publicou seis
livros, ministra
regularmente palestras
e workshops e
edita guias de
turismo. Um currículo
recheado de desafios.
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Neste
ano, a poesia
visual de Gambarini
também
recheou as comemorações
do Ano do Brasil
na França.
Ele mostrou sua
leitura da “Cidade
Luz”. “A
princípio
queria fotografar
a ‘Paris
dos parisienses’,
como eu imaginava
que eles viam
a própria
cidade. Depois
tornou-se um ensaio
descompromissado,
daqueles em que
produzimos quando
a fotografia é
amadora no conceito
literal da palavra,
quando efetivamente
se define em amor
pelo que fazemos,
e não por
regras e conceitos
pré-definidos”,
diz o fotógrafo
no prefácio
de “emPARISiensis”.

»
www.adrianogambarini.com.br
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