 |
 |
Já
há algum tempo
os bancos de
imagens gringos são
referência no
Brasil e já
rendem inspirações
para produção
local. A logística
virtual promove a união
entre fotógrafos
que querem vender aos
“compradores”
de plantão.O
site canadense iStockphoto,
fundado por
Bruce Livingstone,
é um exemplo
que vem se destacando
pela quantidade de fotos
e ferramentas disponíveis,
mas sobretudo pelos
preços de “banana”
que oferecem. São
mais de 628 mil arquivos
disponíveis com
mais de cinco mil novas
imagens por semana.
Todo processo de compra
de imagens é
realizado por meio de
um sistema de “pacote
de créditos”,
que podem custar de
1 a 500 dólares,
sendo que o pacote inicial
deve ser de dez dólares
por dez créditos
livres para downloads.
O formato da imagem
é indicado como
em etiquetas de roupas
dependendo da resolução
e tamanho: pequeno (800
por 600, 6,78 por 5,08
cm), médio (1.600
por 1.200, 13,53 por
10,16 cm), grande (2.560
por 1.920, 21,59 por
16,25 cm), extra grande
(4.200 por 2.800, 35,56
por 23,69 cm) e supergrande
(4.900 x 3.300, 41,46
por 27,94 cm). A vantagem
é que o cadastro
é gratuito e
o upload também.
Os membros recebem 20%
do valor das vendas
e ainda têm acesso
ao fórum de discussão,
artigos e elaboração
de página de
portfólio. Caso
o membro assine o contrato
de exclusividade, só
poderá vender
suas fotos no iStock
e terá uma porcentagem
maior na receita das
vendas.
As buscas de fotos,
ilustrações
ou flashes detalham
uma variedade de arquivos
encontrados em uma navegação
simples e rápida.
Com um clique, o visitante
tem acesso a informações
de resoluções
e tamanhos disponíveis
do que procurou, assim
como da quantidade de
créditos de que
precisa para efetuar
o download.
|
| |
|
 |
| |

O máximo
que uma imagem
pode custar são
40 dólares,
por isso o segredo
do lucro está
na quantidade
de fotos on-line.
Mas quantidade
não é
tudo, a qualidade
sempre será
fato fundamental
para as vendas.
É válido
ressaltar que
todas as imagens
passam por uma
criteriosa análise
da equipe iStock,
que analisa se
estão nos
padrões
exigidos e se
têm possibilidades
de comercialização.
Segundo o fotógrafo
brasileiro Gustavo
Fadel, que disponibiliza
fotos no site
desde 2004, o
segredo é
manter a qualidade
técnica
e seguir os mandamentos
do site. Muito
ruído,
aberração
cromática,
composição
pobre, upsampling
(aumentar tamanho
da foto usando
interpolação)
e foco ruim são
exemplos de características
que podem fazer
com que uma foto
seja rejeitada.
As maiores saídas
são aquelas
que sugerem situações
em categorias
como reunião
de negócios,
família,
bebês e
expressões
faciais diversas.
O retorno é
lento e gradativo,
mas alguns fotógrafos
já conseguiram
somar mais de
200 mil downloads
com fotos desse
tipo e hoje se
sustentam com
o site.
|
|
|
|
|
 |
|
|
 |
|
|
|