“Não se julga arte vendo se é mais fácil ou difícil de fazer. O que importa é o que a imagem te passa, se está amarrada ou não.”

O fotógrafo João Sal tinha 17 anos quando herdou do pai fotógrafo uma Nikkormat (lente 20 mm) em um almoço. Ficou impressionado com o que podia fazer com uma máquina fotográfica e algumas idéias e decidiu comprar uma Nikon FM 10 (que guarda com zelo até hoje). Em 1997 resolveu participar de um concurso da revista Capricho. Levou o troféu e foi premiado com uma viagem para Nova York. A partir daí não parou mais, fez trabalhos para diversas revistas como VIP e Playboy, sempre registrando cenas da música e da cidade. Ele afirma que sua “pegada” é o fotojornalismo, porque prefere sair para rua. Em seu trabalho “Seres de Pedra”, que já foi exposição, o autor pôde exteriorizar sua relação com a vida e a morte.
Em algumas fotos ele utiliza Photoshop para clarear, escurecer, contrastar e tonalizar a imagem. “Um amigo meu dizia que a câmera é uma caixa de mágico. Você sempre vai tirar de dentro dela algo diferente do que você colocou”, afirma João.

 
 
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